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17 de Fevereiro de 2015

Homenagem e reconhecimento a José Lopes Correia

Na última reunião da Comissão Política Distrital, foi aprovado por unanimidade um voto de homenagem e reconhecimento a José Lopes Correia, ex-Presidente da Câmara Municipal de Nelas, recentemente falecido.

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José Lopes Correia foi Presidente da Câmara Municipal de Nelas eleito pelo Parido Socialista em quatro mandatos de 1990 a 2005.

Licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, exerceu o cargo de Presidente do Conselho Diretivo da Escola Secundária; de Presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários e Presidente da Caixa de Crédito de Nelas.

Recentemente falecido foi sobretudo enquanto autarca do PS que mais se notabilizou.

Como a esse respeito escreveu um dos seus colaboradores mais próximos e seu vereador, João Santos, “ os primeiros dois mandatos, serviram para o lançamento das infraestruturas de saneamento básico, e, como ele gostava de dizer, “tirar as pessoas da lama “, pavimentando ruas e arruamentos do concelho. Mas é nos quatro mandatos realizados sob as cores do partido socialista que é feita a grande aposta na industrialização do concelho - o qual tinha perdido mais de mil postos de trabalho, com o encerramento da companhia de fornos elétricos, em canas de Senhorim e das minas da Urgeiriça. Essa aposta foi amplamente conseguida, tornando-se o concelho de Nelas nesse período, um dos que apresentava os melhores índices de desenvolvimento económico e socioculturais no distrito de Viseu. Para isso contribuíram também as grandes infraestruturas desportivas e culturais que ele mais do criou.”

José Correia é uma figura marcante no progresso e desenvolvimento socioeconómico do concelho de Nelas, que pela sua verticalidade, exemplo e trabalho muito dignificou o Partido Socialista.

José Correia é alguém a quem Nelas e o Partido Socialista muito devem!

Assim, a Comissão Politica Distrital, no seguimento do também já expresso pelo Secretariado e pelo Presidente da Federação de Viseu, delibera expressar um voto de reconhecimento pelo contributo de José Correia para a afirmação dos valores e das causas do PS e endereçar à família sentida solidariedade.

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16 de Fevereiro de 2015

"Territórios do Vinho" no Museu Grão Vasco

Foi inaugurada no dia 14 de fevereiro em Viseu, no museu Grão Vasco, a exposição temporária "Territórios do vinho", de Manuel Novaes Cabral, que irá estar patente ao público até 26 de abril.

Na abertura, Agostinho Ribeiro, o diretor do museu, Odete Paiva, vereadora da cultura da câmara de Viseu e Manuel Novaes Cabral, o criador desta exposição, deixaram palavras enquadradoras da exposição e da importância destes eventos para a cultura e para a região.

A exposição alusiva ao tema do vinho é composta por um conjunto de quadros de 22 artistas de que aqui destaco Álvaro Siza, Júlio Resende, João Abel Manta, João Cutileiro e Margarida Lagarto, que estão integrados em dois livros de Manuel Novaes Cabral, editados em 2010 e 2012.

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15 de Fevereiro de 2015

"Project List" do Plano Juncker para Viseu

O Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE), conhecido por Plano Juncker na “Project list” que respeita a Portugal levanta muitas dúvidas em geral e, muito em particular, no que respeita ao distrito de Viseu. 

“Dados os atuais constrangimentos a lista não é um compromisso firme, mas representa a melhor informação até ao presente”. Continua: “ A lista, tão abrangente quanto possível, resulta de um grande esforço, feita num curto espaço de tempo, o que significa que alguns dos “detalhes” serão objeto de revisão, mais tarde”. E volta a sublinhar: “it is not a firm commitment”.

Foi neste pressuposto de “incertezas “que o documento foi lido e dele se retira o essencial, no que respeita ao distrito de Viseu:

1. A inscrição para uma ligação ferroviária “Porto, Aveiro-Vilar Formoso”, em “study/preparation”, contempla um investimento total de 900M€, sendo que metade será para aplicar entre 2015-2017 (a começar este ano!).

2. Refere a ligação “IP3 Coimbra-Viseu”, também em “estudo e preparação”, com um valor de 600 M€, sendo que 300 M€ são para aplicar entre 2015-2017 (também a começar este ano!).

3. Insere uma pequena verba para o IP5, para uma nova construção rodoviária, em “estudo e preparação” no valor de 10 M€, a começar já este ano.

4. Finalmente, no âmbito de “Road Last-Mile”, no “Plano de Proximidade” 2014-2019 (depreende-se que já começou o ano passado!) inscreve de forma agregada 450 M€ para construção, sendo que 290 M€ serão aplicados entre 2015-2017 (a começar este ano, igualmente!).

Conclui-se, pois, que o governo assegura que vai começar a fazer, num dos casos já terá começado, nos quatro meses antes de eleições tudo aquilo que não fez durante quatro anos.

Neste contexto, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais, os deputados abaixo assinados, perguntam ao senhor ministro da Economia, por ordem temática, o seguinte:

1) No corredor ferroviário “Porto/Aveiro-Vilar Formoso” qual o traçado definido pelo governo, quem consultou para tomar essa decisão e por que motivo se inserem 900 M€ quando o secretário de estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações garantiu serem necessários, no mínimo, mil e quatrocentos?

2) Por que motivo, nesse corredor, se excluem os nomes das cidades de Viseu, Mangualde e Guarda, bem como a definição concreta de uma estação em Viseu?

3) Não existe nenhuma alusão à intervenção – mais do que urgente – na linha da Beira-Alta e nem são objeto de consideração os planos para Nelas, Carregal, Sta Comba Dão e Mortágua. Como explica o governo esta omissão?

4) Qual o traçado definido para o corredor rodoviário “IP3 Viseu-Coimbra” e por que motivo inseriu agora 600 M€ quando o secretário de estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações garantiu que não haveria dinheiro comunitário, acrescentado mesmo que uma autoestrada, a ser feita, seria da responsabilidade de “privados, com portagens e sem via alternativa” (e que “perfil de autoestrada” é conceito que “não existe”)?

5) Como consta do documento, confirma que o financiamento resulta de uma PPP?

6) Qual é o novo corredor rodoviário, identificado como IP5, a que foi alocada a verba de 10 M€?

7) No âmbito do “Road Last-Mile” quais são os projetos comtemplados e quais são aqueles a que vai dar prioridade entre 2015-2017 e a que alocou uma verba de 290 M€?

8) É o governo capaz de assegurar que nessas verbas estão as que permitem concluir o IC12, construir assim a ligação Mangualde-Nelas?

9) E para o norte do distrito, nomeadamente para todo o Douro-Sul, é o governo capaz de assegurar que nas citadas verbas já está inserida uma resposta positiva para os corredores rodoviários estruturantes e fundamentais à mobilidade na região, sucessivamente reivindicados pelas populações e autarcas? Se sim, qual é o calendário de execução?

Os deputados

José Junqueiro, Elza Pais, Acácio Pinto, Ana Paula Vitorino

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14 de Fevereiro de 2015

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