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Comunicado - PS Viseu

Noticia a imprensa diária que o “Secretário de Estado Sérgio Monteiro revelou ontem que a (eventual) nova ligação entre Aveiro e Salamanca será decidida depois das Legislativas. Presidente da Câmara de Viseu considera estranhas as declarações”.

Pois, mas não deveria estranhar, porque o Presidente da Câmara de Viseu é autor da maior falácia política do seu mandato e desta legislatura.

Primeiro garante a idoneidade política do seu ex-colega de governo, depois finge que bate o pé, ao mesmo tempo que se apresenta aos viseenses como o “senhor influência”.

Citando Abraham Lincoln “podem enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas não se pode enganar todas as pessoas o tempo todo”.

Citando também,em Julho de 2014, um artigo intitulado “… a ver passar o comboio”:

“O autarca de Viseu esteve em silêncio durante anos e só na campanha eleitoral e agora, depois de eleito, falou no assunto, mas de modos diferentes. Com esta afirmação, solta, ninguém percebe o que pretende afinal. Novo corredor, modernização da linha da Beira Alta, cruzamento das duas soluções, o que defende afinal? (…) Dá para a população, para as reuniões de Câmara e moções nas Assembleias Municipais. A imprensa agradece. O raio do comboio é que não aparece. É só isso: não aparece, nem o governo dá notícias”.

Mais recentemente, de Janeiro de 2015, ainda sobre esta “paródia” de triste memória do autarca PSD de Viseu e do governo, transcrevo um excerto da opinião em artigo intitulado “Desta vez, o ator convidado foi Sérgio Monteiro” e que reza assim: 


“É neste mar de falsas expetativas, envolvendo também carreiras aéreas e a rodovia Viseu-Coimbra, que o PSD se movimenta. O dramático nem é a tentativa de recriar uma ilusão, mas sim a ideia de que os eleitores são destituídos e não percebem a “finta”.“Por último, um clássico: deixar para o próximo governo, a poucos meses de eleições a ideia de que se não se fizer a seguir a culpa será sempre de quem estará e nunca de quem esteve e não realizou.”
Até parece que somos adivinhos, mas não. Infelizmente conhecemos bem, bem demais, estes protagonistas. É neste contexto que a Comissão Política do PS Viseu vem publicamente repudiar o embuste político fabricado pelo governo e que conta com as lágrimas de crocodilo do PSD e do autarca de Viseu. 

Adelaide ModestoPresidente da Concelhia de Viseu do PS

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19 de Março de 2015

CAFÉ COM...Tiago Barbosa Ribeiro

Na próxima sexta-feira, dia 20 de Março, pelas 21 horas, no Restaurante / Bar Lugar do Capitão, "Café Com..." Tiago Barbosa Ribeiro, sociólogo e presidente da concelhia do PS Porto.

O debate, moderado por José Pedro Gomes, vai ter como tema "Lições gregas para a esquerda europeia".

Estão tod@s Convidad@s!

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16 de Março de 2015

Comunicado 2) - Reunião da C. M. Viseu

II Reunião C.M. Viseu de dia 12.3.2015

Assunto: Viseu Terceiro: Programa de Apoio Direto à Cultura e à Criatividade 2015

Os vereadores do Partido Socialista votaram contra a proposta de Decisão Final do Concurso, fazendo as seguintes considerações.

O Partido Socialista sempre defendeu a transparência na atribuição de apoios por parte da CMV.

Reconhecemos que o Viseu Terceiro, enquanto programa de apoio direto à cultura e criatividade tem virtualidades. Desde logo, os potenciais de transparência e o efeito de conhecimento transversal a todo este sector e seus agentes.

Votámos contra aquando da apresentação do programa, essencialmente, por duas razões, expressas na altura em Declaração de Voto: - o tempo reduzido que era dado na altura para a apresentação de projetos; e a implementação ser já para 2015, tendo o programa vindo a reunião de Câmara para apreciação e votação em Dezembro de 2014.

Os nossos receios à data confirmaram-se hoje: se por um lado reconhecemos que o aparecimento de 90 candidaturas foi positivo (a isso não terá sido alheio o facto de o edital ter sido publicado muitos dias depois da sua apreciação em reunião de Câmara, mas extensivamente publicitado entretanto), por outro lado, toda a celeuma à volta das avaliações e do não conhecimento das pontuações nos diversos parâmetros avaliados é francamente negativa.

Esse Programa teria merecido a nossa aprovação se fosse para ser aplicado em 2016, dando tempo de reflexão para todos os interessados e à própria Câmara para o aperfeiçoar, se pudesse considerar candidaturas de projetos plurianuais e se tivesse cumprido o disposto no artº 3 – o orçamento ser distribuído por duas ou mais linhas de apoio, garantindo a equidade de acesso entre “grandes projetos” e “projetos emergentes”.

Não tendo havido estas preocupações preparatórias que enunciamos, o que resultou foi que o objetivo de um planeamento mais consistente na organização da agenda cultural está comprometido.

É para nós incompreensível que a decisão final esteja a ser aprovada hoje, dia 12 de março de 2015, com projetos a acontecerem já este mês (que integram, inclusivamente, artistas de âmbito internacional, o que agrava a necessidade de acautelar agendamentos com muita antecedência).

Os promotores destes eventos, tiveram conhecimento prévio de que iam ser contemplados? Se não, como conseguiram comprometer-se? Estas questões demonstram bem o desajustamento de timings que fere este concurso.

Também o facto de não ter havido a constituição de pelo menos duas linhas de apoio, criaram a situação de vermos grandes projetos misturados, sem grande coerência, com projetos emergentes, o que não facilitou a vida nem destes últimos, nem dos primeiros – uns porque não se conseguiram evidenciar no meio dos grandes e os grandes por disputarem com a dispersão dos pequenos.

Mais, entendemos que era dever da Câmara identificar projetos que, pela sua dimensão e importância estratégica, pela afirmação que já têm no contexto local, regional, nacional e, em alguns casos, internacional, pudessem ser já uma aposta da cidade que quer ser terceiro polo cultural do país; dispensando-os deste concurso. Não queremos com isto significar menor transparência, mas antes, gostaríamos de ver nas linhas mestras deste concurso uma visão estratégica e de longo prazo para a afirmação de Viseu neste domínio. Não consideramos grave tratar de forma diferente, o que é de facto diferente.

É a nosso ver uma atitude até irresponsável estarmos em março e algumas das programações já indiscutíveis no panorama cultural da cidade, aguardadas inclusivamente por diversos agentes económicos no sector do turismo e restauração, não terem ainda condições criadas para a sua realização.

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14 de Março de 2015

Comunicado 1)- Reunião da C. M. Viseu

I Reunião do dia 12.3.2015

Assunto - Queixa de Diretora Técnica de IPSS de Lustosa relativa a discriminação laboral por motivo de maternidade. Pedido de esclarecimentos (na sequência Informações do Presidente, relativas a seminário sobre natalidade)

Os vereadores do Partido Socialista manifestaram, na reunião de Câmara de dia 12 de março de 2015, a sua profunda preocupação com a denúncia pública de uma cidadã que acusa a Associação Social Cultural Desportiva e Recreativa de Lustosa de discriminação laboral, designadamente de mobbing e assédio moral, por motivos de maternidade.

Trata-se de uma situação amplamente mediatizada, vindo a denunciante apontar vários factos que, em si, configuram uma situação da maior gravidade de não respeito pelos direitos associados à maternidade, e que urge ver esclarecidos. Concretamente, assinalamos os seguintes: - o não respeito pelos direitos da trabalhadora grávida de comparecer, sem penalização, às consultas durante a gravidez; a proposta por parte do Presidente da Direção da IPSS de uma rescisão de contrato no regresso da licença de maternidade, por extinção de posto de trabalho (lembramos que faz parte do Acordo da IPSS com a Segurança Social a existência da função de Diretora Técnica, lugar que nunca poderia dar origem à figura de uma extinção de posto de trabalho); a aparente não observação da obrigação legal da entidade empregadora pedir parecer prévio obrigatório à Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego em caso de despedimento de mulher grávida, puérpera ou lactante. 

Estes são apenas alguns dos factos graves relatados. Questionámos o Senhor Presidente da Câmara, notificado pela queixosa acerca de toda esta situação, que conta com a agravante de o mesmo Presidente da IPSS ser também um autarca, Presidente da Junta de Freguesia de Ribafeita.

Consideramos a promoção dos direitos associados à maternidade e paternidade uma missão fundamental das autarquias, não só na vigilância do cumprimento das leis da nação, mas também como política decisiva para a, tão, propagandeada, promoção da natalidade. Não é com casos destes que se promove a mesma; nem tampouco com complacências justificativas de atos discriminatórios. 

Nessa medida, solicitámos ao Sr. Presidente de Câmara, Dr. Almeida Henriques, informação acerca do tipo de acompanhamento que está a fazer deste caso e que diligências foram tomadas pela autarquia no sentido de acautelar os direitos da cidadã em causa. 

Na nossa opinião, autarquias social e familiarmente responsáveis não promovem a natalidade apenas com festas e seminários mas com ações firmes na defesa dos direitos de pais e mães.

Link: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=810443&tm=8&layout=122&visual=61

"Jovem mãe de Viseu acusa instituição de solidariedade de discriminação"

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13 de Março de 2015

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